Apartamento à Venda

Apartamento 1 Suíte, 1 Vaga À Venda, 60m² Por 1.000.000, Alameda Casa, 909 - Jardim Paulista, São Paulo, Sp - Sp - Ap4273_sales

Anunciado há 46 dias

1000000 reais
60 m² totais
1 quarto
1 banheiro
Anúncio pausado

Informação do vendedor

Venda

    Tempo vendendo no Mercado Livre

    3 anos

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    Código da propriedade

    AP4273_SALES

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Localização

Alameda Casa Branca, São Paulo Centro, São Paulo

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Características

Área total60 m²
Área útil60 m²
Quartos1
Banheiros1
Garagens1

Cozinha

Informações da região

São os pontos mais próximos do imóvel em um raio de 2 km.
Estações de metrô
Trianon-Masp
11 mins - 861 metros
Consolação
16 mins - 1.271 metros
Oscar Freire
21 mins - 1.639 metros
Paulista
22 mins - 1.682 metros
Brigadeiro
22 mins - 1.740 metros
Pontos de ônibus
Parada José Maria Lisboa
2 mins - 191 metros
Parada José Maria Lisboa
3 mins - 202 metros
Parada José Maria Lisboa
3 mins - 267 metros
Estados Unidos B/C
7 mins - 561 metros
Estados Unidos - 2 B/C
8 mins - 646 metros

Descrição

Jardim Paulista é um bairro nobre de São Paulo, localizado na região conhecida como "Jardins", a qual também inclui outras vizinhanças de prestígio como Jardim Europa, Jardim Paulistano e Jardim América. A principal razão para esse apelido é o fato desses bairros serem bastante arborizados e agradáveis, com muitos espaços verdes disponíveis para aqueles que pensam em alugar um imóvel e morar nessa região.

Um dos maiores benefícios de morar no bairro é a sua ótima localização, sendo cercado de vias estratégicas de São Paulo, como é o caso das Avenidas Brasil, Paulista, Nove de Julho e Ibirapuera. Várias linhas de ônibus trafegam por essa vizinhança, interligando a região com os principais pontos da cidade, e há também a alternativa do metrô, cujo acesso no Jardim Paulista é feito através da linha 2-Verde.

Atualmente, o Jardim Paulista também oferece aos seus moradores uma extensa rede comercial, a qual inclui lojas de diferentes segmentos, como mercados, padarias, farmácias, lojas de roupas, acessórios e muito mais. Também é possível encontrar no bairro serviços como restaurantes, lanchonetes, bancos, escolas, universidades, academias, etc. Isso significa que os moradores não precisam encarar o trânsito da capital paulista para cumprir com suas pendências do dia a dia, pois muitas delas podem ser resolvidas caminhando. No quesito lazer, não faltam boas opções no entorno do Jardim Paulista. A beleza da região faz com que essa seja uma das principais áreas turísticas da capital, sendo possível destacar o Museu de Arte de São Paulo (MASP), que é formado por uma coleção de mais de 11 mil obras, incluindo quadros, esculturas, fotografias e artigos diversos, e também o popular Parque do Ibirapuera, um bom lugar para praticar exercícios ou passear com a família ou os amigos.

Bem localizado e com excelentes alternativas culturais, o Jardim Paulista é também um bairro seguro e relativamente tranquilo, o que o torna uma boa opção para aqueles que desejam alugar um imóvel para morar em um ambiente de atmosfera familiar. Com a variedade de imóveis disponíveis na região, é possível encontrar o local ideal para viver, seja qual for o tamanho e o layout da preferência do futuro morador.
Jardim Paulista é um bairro nobre da Zona Oeste do município de São Paulo. Forma parte da região da região conhecida como Jardins, de predomínio da classe-alta. O bairro faz parte de distrito homônimo, administrado pela subprefeitura de Pinheiros. Está localizado em uma das regiões mais altas da cidade, chamada de Espigão da Paulista.

É vizinho dos bairros: Jardim América, Bela Vista, Paraíso, Itaim Bibi, Jardim Europa e Vila Nova Conceição. Sendo delimitado pela Avenida Paulista, Avenida Brigadeiro Luís Antônio, Avenida República do Líbano, Avenida Antônio Joaquim de Moura Andrade, Avenida São Gabriel, Avenida 9 de Julho, Rua Estados Unidos e Avenida Rebouças.
No século XVIII a região do bairro possuia alguns sítios, em que eram cultivados chá, tabaco e uva. No final do século seguinte, em 1890, as terras foram compradas pelo general Juvenal Couto Magalhães e revendidas posteriormente à José Coelho Pamplona.[2]

Nas décadas iniciais do século XX, as famílias Nunes e Paim lotearam parte da propriedade [2]. Muitas das vias abertas foram batizadas com nomes de municípios paulistas, tais como as alamedas Campinas, Santos, Jaú, Itu, Franca, Tietê, dentre outras, de onde se originou o nome do bairro.

Ao contrário das sinuosas vias do Jardim Europa e Jardim América, repletas de bifurcações e rotatórias, o Jardim Paulista apresentava ruas retas e perpendiculares. Seus primeiros moradores eram de classe média alta, notadamente pequenos industriais e grandes comerciantes.[2]

Após a segunda metade do século XX e devido à proximidade da Avenida Paulista, o bairro adquiriu características comerciais, verticalizando-se com a construção de pequenos prédios de escritórios e comércio.
O Jardim Paulista é um bairro bastante verticalizado com 17.979 unidades de apartamentos distribuídos em 460 condomínios de edifícios residenciais. Atualmente existem poucos terrenos ou casas em áreas onde a lei de zoneamento urbano permite a incorporação de edifícios com mais de 3 andares. Aproximadamente 50% dos edifícios residenciais foram construídos ao longo da década de 1970 e ocupam uma área de 514.531 m², o que representa 21,5% da área total do bairro. Os prédios residenciais encontram-se entre a Rua Estados Unidos e a Avenida Paulista, já a grande maioria das casas estão entre a Rua Estados Unidos, a Avenida São Gabriel e Avenida Antônio Joaquim de Moura Andrade, sendo boa parte delas próximas ao parque Ibirapuera. A localização privilegiada e a proximidade do maior parque da cidade e de avenidas importantes da cidade, torna o Jardim Paulista um dos bairros mais caros da cidade de São Paulo, com imóveis que chegaram a ter o metro quadrado a ser comercializados por valores acima dos R$16.000,00.
Apresenta tanto perfil residencial como comercial, com alta densidade demográfica, obtida pelo grande número de edifícios presentes. Devido à localização privilegiada e atrações turísticas, a área reúne também muitos flats e hotéis de luxo, exemplos dos hotéis Grand Meliá Mofarrej e Unique. Em seu território localizam-se os consulados: chileno, neozelandês, peruano, romeno e venezuelano.
Na Avenida Paulista situam-se: o Citigroup Center São Paulo, o Banco Mercantil do Brasil, o Clube Homs e edifício-sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, onde situa-se o Teatro Popular do SESI. A Paróquia de Nossa Senhora Mãe da Igreja está situada na Alameda Franca.[6]

Transporte
Apresenta vias de mão-única intercaladas, ou seja, se uma rua tem o seu tráfego numa determinada direção, o da rua seguinte segue em direção oposta. Os ônibus municipais circulam pelas avenidas, Paulista, Nove de Julho, Brig. Luís Antônio e pela Rua Estados Unidos (no trecho entre as duas últimas avenidas). O Jardim Paulista conta ainda com uma estação do Metrô: a Clínicas na Linha 2-Verde.
Um bairro arborizado, com ótima localização e muita comodidade assim é o Jardim Paulista; conheça mais sobre a história e descubra as vantagens da região


Entre as avenidas Paulista e São Gabriel, o bairro do Jardim Paulista é um dos mais queridos de São Paulo. A ótima localização, somada à boa oferta de serviços, faz com que a região seja muito valorizada, embora ainda conserve ruas arborizadas e tranquilas.


Vamos apresentar a história do Jardim Paulista e as principais comodidades das quais os moradores do bairro desfrutam. Neste artigo, veja o que a região tem para oferecer em termos de transporte, escolas, proximidade a polos econômicos e lazer.
A região dos Jardins, que abriga os bairros de Jardim Paulista, Jardim América, Jardim Paulistano e Cerqueira César, se desenvolveu a partir de 1891, com a inauguração da Avenida Paulista. Na época, foram construídos muitos casarões no entorno da via, que viria se tornar o cartão-postal de São Paulo.


O Jardim Paulista, assim como seus bairros irmãos, surgiu de um projeto de moradia da Cia. City, uma das mais antigas empresas urbanísticas de São Paulo. O conceito de bairros-jardins é uma releitura dos subúrbios da Inglaterra, onde as casas possuem amplos jardins e as ruas são arborizadas, e começou a ser implementado no Brasil na década de 1910.


Naquela época, toda a área que vai da Paulista à Marginal Pinheiros pertencia ao empresário Horácio Sabino. Primeiro, ele loteou parte de suas terras e criou o Jardim América. Depois, em 1913, ele se juntaria a outras figuras influentes para fundar a Cia. City, que assumiu a demarcação e venda do loteamento que daria origem ao Jardim Paulista.


Desde o início, a área buscava atrair a elite paulistana, apostando nos terrenos espaçosos e loteamentos planejados. Traçados de ruas de acordo com a topografia local, praças em abundância, espaços dedicados ao lazer e à prática de esportes e padrões rígidos para a construção das casas, distantes umas das outras e com amplo recuo frontal, faziam parte de suas características originais muitas delas mantidas até hoje, diz a Veja SP.
Além de contar com as facilidades de morar perto da Avenida Paulista, com oferta de comércio de rua e shoppings, a exemplo do Shopping Cidade São Paulo e do Jardim Pamplona, o Jardim Paulista guarda muitas outras vantagens. Quem tem filhos em idade escolar, tem uma das melhores escolas da cidade a uma distância a pé de casa, o Colégio Dante Alighieri.


Se precisa de transporte público, basta chegar à Paulista para ter acesso às duas estações de metrô do bairro: Trianon-Masp e Brigadeiro. Há também diversas linhas de ônibus, que ligam a região a quase toda a cidade, além do fácil acesso às avenidas Nove de Julho, Brigadeiro Luís Antônio e Brasil, vias importantes para quem usa transporte particular.
O Jardim Paulista é servido por supermercados, padarias e farmácias, alguns inclusive com funcionamento 24 horas. E logo ali, no bairro vizinho do Paraíso, o polo médico de hospitais, consultórios e laboratórios traz tranquilidade e comodidade para o dia a dia dos moradores que eventualmente precisem de atendimento de saúde.
Inaugurado um ano depois da Paulista, o Parque Trianon foi projetado pelo paisagista francês Paul Villon. Em quase 50 mil metros quadrados de área, estão preservadas árvores remanescentes da Mata Atlântica. Seu nome oficial é Parque Tenente Siqueira Ramos e Trianon, como é popularmente conhecido, deve-se à existência do antigo Clube Trianon, até meados dos anos 1950, onde hoje está o MASP (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand).


O parque é aberto todos os dias e oferece playgrounds, aparelhos de ginástica e a trilha do fauno (caminho com 11 estações e 600 metros que liga a avenida Paulista com a Alameda Santos), na qual é possível avistar duas esculturas: Fauno, de Victor Brecheret, e Aretusa, de Francisco Leopoldo Silva.
No Sesc Paulista, também é possível fazer exercícios físicos, já que o centro cultural possui academia e aparelhos de ginástica. Além disso, o espaço promove exposições e cursos variados. Outros centros culturais da região são a FIESP e o Itaú Cultural.


Não podemos deixar de citar o MASP, o museu mais conhecido e visitado de São Paulo. Projetado pela arquiteta Lina Bo Bardi, o espaço foi inaugurado em 1968 e tem o mais importante acervo de arte europeia do Hemisfério Sul. Hoje a coleção do MASP reúne mais de 11 mil obras, incluindo pinturas, esculturas, objetos, fotografias, vídeos e vestuário de diversos períodos históricos.


Ainda no ramo das artes, quem gosta de literatura deve conhecer a Casa das Rosas. O casarão no estilo clássico francês foi erguido na Avenida Paulista em 1935 e hoje abriga um centro dedicado à poesia e à literatura. Além das exposições e saraus, os visitantes têm acesso ao bonito jardim, que durante a primavera fica repleto de rosas.
Não é difícil achar bons restaurantes no Jardim Paulista. A dificuldade está, na verdade, em escolher entre tantas opções interessantes ao paladar. O Kouzina e o Myk, ambos comandados pela chef Mariana Fonseca, trazem sabores gregos em receitas mediterrâneas tradicionais e contemporâneas.


Os portugueses estão bem representados na Tasca da Esquina e na Alfama dos Marinheiros, onde é possível comer pratos clássicos da culinária lusa, como bacalhau. Os amantes de pizza com certeza irão se fartar na pizzaria Veridiana que, além dos sabores clássicos como marguerita e quatro queijos, oferece pizzas de atum com alcaparras e de linguiça de javali.


Na ala japonesa, o Aizomê é uma ótima opção, com as criações da chef Telma Shiraishi. Há ainda o MIMO, restaurante que entrou para a lista dos Bib Gourmand do Guia MICHELIN em 2019. No cardápio, uma das melhores coxinhas da cidade, feita de frango na massa de mandioquinha, além de massas, risotos, carnes e opções vegetarianas.
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