Apartamento à Venda

Cobertura Duplex Com 3 Dormitórios Sendo 1 Suíte À Venda, 122 M² Por R$ 640.000,00 Localizado Na Rua Alfredo Jorel - Jardim Celeste, São Paulo, Sp - Sp - Ap5906_sales

Anunciado há 46 dias

640000 reais
122 m² totais
3 quartos
2 banheiros
Anúncio pausado

Informação do vendedor

Venda

    Tempo vendendo no Mercado Livre

    3 anos

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    Código da propriedade

    AP5906_SALES

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Localização

Rua Alfredo Jorel, São Paulo Centro, São Paulo

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Características

Área total122 m²
Área útil122 m²
Quartos3
Banheiros2
Garagens1

Cozinha

Informações da região

São os pontos mais próximos do imóvel em um raio de 2 km.
Pontos de ônibus
Praça Palmares, 110
5 mins - 389 metros
Praça Palmares
5 mins - 406 metros
Avenida Do Cursino, 6330
5 mins - 407 metros
Avenida Do Cursino, 6325
6 mins - 486 metros
Avenida Do Cursino, 6667
9 mins - 673 metros

Descrição

Lindo apartamento cobertura duplex, espaçoso e em um bairro totalmente residencial com parques, bosque e ao lado do Jardim Botânico de São Paulo. Excelente planta com distribuição para 3 dormitórios, sala, 3 banheiros sendo uma suíte. A cobertura tem vista ampla sem prédios a frente, privilégio de sol o dia todo. A redondeza conta com escolas infantil e ensino médio, 10 minutos do metrô. Supermercado, padaria, posto de gasolina, posto de saúde e farmácia ao lado do condomínio. As quartas e sábados em uma rua sem saída é feito uma feira ao ar livre para os condôminos. O Imóvel se encontra em perfeito estado, bem conversado, com porcelanato, mármores e pintura nova. Condomínio com lazer completo sendo torre única.
O Fatto Jardim Botânico Residencial Margarida é um condomínio localizado na Rua Alfredo Jorelno bairro Sacomã, em São Paulo - SP. Seus apartamentos têm entre 43 e 123 m², entre 2 e 3 quartos, entre 0 e 1 suítes, entre 0 e 3 banhos e 1 vagas de garagem. O prédio possui elevador.

Os pontos de referência mais populares próximos ao Fatto Jardim Botânico Residencial Margarida são o Zoo Safári, o Comunidade Santa Luzia, o Congregação Cristã no Brasil - Taboão, o Escola Estadual Álvaro de Souza Lima e o Escola Estadual Professora Maria Carolina Casini Cardim.

Localizado na zona sul da capital paulista, Sacomã é um bairro histórico e formado por imigrantes, em especial os irmãos franceses Ernest, Antonie e Henry Saccoman, que se instalaram na região e criaram a fábrica Cerâmica Saccoman Frères. Nos dias de hoje, a vizinhança mescla aspectos antigos e modernos, e reserva ótimas surpresas para quem procura algo para alugar e morar em São Paulo.

Um dos pontos altos de Sacomã é a sua localização, pois o bairro se encontra bem próximo das rodovias Imigrantes e Anchieta, que conectam a capital com o litoral e a região do ABC Paulista. Já o deslocamento entre as diferentes áreas da capital pode ser feito através das estações do metrô de Sacomã e Alto do Ipiranga, ou ainda por meio das diversas linhas de ônibus que passam pela vizinhança.

Ao alugar um imóvel e morar nesse bairro é possível ter acesso quase imediato a uma vasta gama de serviços, como clínicas, supermercados, escolas, farmácias, padarias e vários outros. Além disso, os moradores também podem se dirigir rapidamente ao bom Shopping Plaza Sul, um estabelecimento espaçoso e moderno, com lojas de marcas reconhecidas entre o público, salas de cinema e um espaço gourmet diferenciado.

Caminhando pelas ruas do bairro, quem escolhe alugar um imóvel e morar nessa vizinhança encontra tesouros como a histórica ""Árvore das Lágrimas"". No passado, essa enorme figueira era considerada o limite da cidade com a estrada para o litoral, sendo o lugar em que as famílias precisavam se despedir de quem estava para viajar, o que lhe rendeu esse apelido mantido até os dias de hoje.

Já no aspecto cultural e com foco no lazer, Sacomã também não decepciona, pois oferece em suas proximidades o prestigiado Museu do Ipiranga e o seguro Aquário de São Paulo. O museu conta com um enorme acervo de obras de arte, objetos e artefatos de importância histórica, muitos deles relacionados à Independência do Brasil. O aquário da cidade, por sua vez, é um oceanário com múltiplos ambientes temáticos, o qual tem entre os seus grandes destaques o casal de ursos polares Aurora e Peregrino.
Sacomã é um distrito situado na região sudeste do município de São Paulo, no estado de São Paulo, no Brasil. Do ponto de vista cultural e tradicional, o distrito do Sacomã é ligado ao distrito do Ipiranga. A região tradicionalmente chamada de Sacomã corresponde à área comercial localizada nas últimas quadras da Rua Silva Bueno, Rua Greenfeld, Rua Agostinho Gomes e Rua Bom Pastor, onde se encontra o terminal de ônibus Sacomã (Ipiranga).
O nome original do distrito era Saccoman, em homenagem à família homônima de empreendedores franceses proprietária do "Estabelecimento Cerâmico Saccoman Frères", primeira grande fábrica de produtos cerâmicos, especialmente telhas, do Brasil.[1][2] Parte da área antes ocupada pela fábrica é, hoje, a Favela Heliópolis.[3]

Região historicamente de ocupação proletária, com forte presença de imigrantes espanhóis e italianos no século XX, serviu como moradia para trabalhadores de indústrias do Ipiranga, da Mooca e do ABC Paulista. Desse distrito, parte a rodovia Anchieta, ponto de saída do município de São Paulo para o litoral de São Paulo. O distrito faz divisa com os distritos do Cursino e do Ipiranga e com os municípios de Diadema, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul. O Sacomã também é próximo de outros distritos importantes de São Paulo, como Jabaquara, Saúde, Vila Mariana, Mooca e Vila Prudente.

Recebeu um novo terminal de ônibus, o Terminal Sacomã, com ônibus de pontos da Zona Sul de São Paulo e do ABC. É junto a esse terminal que se inicia a primeira linha do Expresso Tiradentes.

No dia 30 de janeiro de 2010, foi inaugurada a Estação Sacomã, integrada ao Terminal de ônibus "Expresso Tiradentes" (popularmente conhecido como "Fura-fila"), pertencente à Linha 2 do Metrô de São Paulo.
Sacomã é um bairro pertencente ao distrito homônimo, no município de São Paulo, estado de São Paulo. Tem uma área de 794.000 m² limitada pela Rodovia Anchieta, Estrada das Lágrimas, Rua Araújo Gondim, Rua Japaratuba, Rua Protocolo, Rua Alencar Araripe e Rua Budapeste.
Fica difícil compreender a formação dos bairros paulistanos sem o conhecimento de algumas características da cidade. A grande participação de imigrantes europeus, não oriundos da Península Ibérica, e a pequena participação dos negros, são coisas pouco comuns nas regiões do país onde a presença do colonizador português foi mais efetiva. Essa é a razão do breve relato que segue.

Durante quase três séculos a cidade de São Paulo viveu à margem das grandes correntes econômicas da vida brasileira. Para além do núcleo que lhe deu origem havia fazendas, sítios e chácaras onde seus proprietários eram pessoas simples, que trabalhavam na terra com a ajuda de seus familiares e, eventualmente, alguns índios. Praticavam a lavoura de subsistência, voltada para o mercado local, e não tinham recursos financeiros para terem escravos africanos. Havia uma pequena elite, que possuía grandes extensões de terras, como os herdeiros do ouvidor Amador de Medeiros que, em 11 de setembro de 1571 havia obtido, em carta de sesmarias, terras que abrangiam os atuais ABC e uma parte do Ipiranga. Também consta a existência de um tal António Proença como um dos primeiros moradores do Ipiranga, dono de grande extensão de terras. No vasto território desta cidade havia diversos núcleos isolados, distantes um do outro, e dependentes do núcleo central. No início do século XIX a predominância da população feminina livre era evidente, pois a população masculina sofreu baixas em razão de suas aventuras pelo sertão, nas expedições conhecidas como Bandeiras. Nessa época, as lavoura de café, nas cidades do interior ganhavam importância e toda a produção passava por São Paulo, rumo ao Porto de Santos ou Rio de Janeiro. Por outro lado, tudo que chegava da Europa, destinado a abastecer as outras cidades do Estado, também passavam por aqui, e São Paulo tornou-se um importante centro comercial, atraindo o interesse de investidores europeus. Os grandes proprietários rurais do interior do Estado, chamados Barões do Café, construíram suas residências na cidade e começaram a diversificar seus negócios, investindo na criação de indústrias. Muitos imigrantes europeus chegaram à cidade, atraídos pela possibilidade de novos negócios, ou a procura de emprego nas indústrias. São Paulo entrava na era industrial e precisava da mão-de-obra e do conhecimento técnico do Europeu. A necessidade de construção de moradias para todos esses imigrantes, e terras para instalação das indústrias, deu início à especulação imobiliária, e os proprietários rurais começaram a vender suas terras. Assim surgiram muitos bairros no final do século XIX e início do XX.
No início do século XVII, na região do Ipiranga havia grandes fazendas produtoras de trigo. Algumas dessas fazendas possuíam moinhos de água, para a fabricação de farinha, que abastecia toda a colônia. Com o passar do tempo a região deixou de produzir trigo, as fazendas foram divididas e vendidas e os moinhos, sem utilidade, se deterioraram e desapareceram. Uma região, onde havia um desses moinhos, ficou conhecida como Sítio do Moinho.

Em 1888, chegaram em São Paulo os irmãos Antoine, Ernest e Henry Sacoman. Empresários oriundos da região de Marselha, na França, os três irmãos eram fabricantes de telhas e outros produtos de terracota, e pretendiam instalar aqui uma indústria desse tipo. Inicialmente se instalaram no bairro da Água Branca, onde permaneceram por um ano, fazendo experimentos com a argila da região. Insatisfeitos com a qualidade da argila, mudaram-se para Osasco, onde também não encontraram matéria prima adequada e, um ano depois, transferiram suas modestas instalações para um galpão arrendado, na região do Ipiranga, onde hoje está a Rua do Manifesto. Era o ano de 1891 e, próximo dali, atravessando o Rio Tamanduateí, três irmãos italianos tinham fundado a Vila Prudente[5].

Emídio, Panfilio e Bernardino Falchi, fundadores da Vila Prudente, em sociedade com Seraphim Corso e Alexandre Bhemer, haviam instalado na região uma olaria, com o objetivo de fabricar tijolos e telhas para a construção das casas dos operários que chegavam à vila. Os irmãos Sacoman se associaram a eles e começaram a produzir, na pequena olaria, as telhas denominadas Marselha, hoje conhecidas como telhas francesas. A argila, extraída dos morros da região, mostrou-se adequada para as pretensões dos irmãos Sacoman e, mais tarde, a pequena olaria cresceu, passando a se chamar Companhia Cerâmica Vila Prudente[6].

Em 1895 os irmãos Sacoman adquiriram um terreno de 10 alqueires (242000 m²) na região do Sítio do Moinho[2], no bairro do Ipiranga, e fundaram o Estabelecimento Cerâmico Sacoman Frères - Ipiranga[3]. Pela alta qualidade apresentada, os produtos dessa empresa passaram a ter grande aceitação, rivalizando com os similares franceses. Quando, no início do século XX, a São Paulo Railway Compani construiu a monumental Estação da Luz, obra prima da arquitetura da época, os tijolos e telhas utilizados haviam sido fabricados pela Cerâmica Sacoman Frères Ipiranga. Tivesse sido construída alguns anos antes, certamente seriam utilizados produtos fabricados na Europa[5].

A indústria passou a ser um ponto de referência para quem ia para aquela região do Ipiranga e, em 1913, quando a Light and Power Company, mais conhecida como Light São Paulo, levou uma linha de bonde, com o nome Fábrica, até a Rua Silva Bueno, a região já era conhecida como Bairro Sacoman[5].

Em 1921, Antoine Sacoman, o mais velho dos três irmãos, faleceu. Logo depois, em 1923, os outros dois irmãos venderam a indústria e retornaram para a França[5]. Quase nada dos Sacoman resistiu ao tempo; o poço de onde tiravam argila se tornou uma grande lagoa, que foi aterrada em 1960, e a área ocupada pela fábrica foi modificada para a construção da Via Anchieta. O terreno foi loteado, formando-se ali o bairro do Sacomã, com a incorporação de outras áreas. O bairro é, predominantemente, residêncial e quem entra nele, vindo do Ipiranga, passa por um emaranhado viário repleto de viadutos. Bem ao lado tinha início a Favela de Heliópolis, que em 2006 ganhou status de bairro e foi rebatizada com o nome Cidade Nova Heliópolis.
Pela terras dos irmãos Sacoman passava a Estrada do Moinho Velho, que em 1916 passou a se chamar Estrada das Lágrimas, usada por viajantes que iam para o litoral paulista. No início dessa estrada encontra-se uma árvore de figueira-brava que, naquela época, já era centenária e os moradores da cidade lutavam para que ela fosse poupada da destruição iminente, em razão do progresso. Os paulistanos alegavam que a árvore fazia parte da história da cidade pois, sob seus galhos, os alunos da Faculdade de Direito do Largo São Francisco se reuniam, ao fim do curso, para se despedirem dos colegas que retornavam a suas cidades de origem. Em 1864, quando teve início a Guerra do Paraguai, também era ali que as mães se despediam dos filhos que seguiam para a guerra. Por conta disso, a árvore ficou conhecida como Figueira das Lágrimas. Em 25 de agosto de 1910, os industriais Sacoman Frères manifestaram intenção de doar à municipalidade o terreno de 100 m² onde se encontrava a Figueira das Lágrimas. A intenção de doação foi apresentada à Câmara de Vereadores em 27/08/1910, pelo vereador Mário do Amaral, no Projeto nº 42. Em 26/05/1911, pela Resolução nº 15[4], a Câmara autorizou a Prefeitura a receber a doação. A escritura foi lavrada em 05/02/1920 e a árvore tornou-se patrimônio cultural da cidade[7].
Na Estrada das Lágrimas também encontra-se o Santuário de Santa Edwiges, a santa da Igreja Católica que ganhou fama, entre os brasileiros, como protetora dos endividados. Todo ano, no seu dia, 16 de outubro, o santuário recebe milhares de devotos.
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